Como Mussum popularizou instrumento que revolucionou o samba
O músico, junto com Almir Guineto, criou o banjo 'made in Brasil'

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Nesta segunda-feira (29) se completam 30 anos da morte de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, um dos grandes nomes do humor brasileiro. Mas Mussum, além de humorista de mão cheia, também era um baita músico.
Muito antes de ficar conhecido pelo personagem lendário de “Os Trapalhões”, junto com Didi (Renato Aragão), Dedé (Dedé Santana) e Zacarias (Mauro Faccio, que morreu em 1990), Mussum foi um dos integrantes do grupo Originais do Samba.
Formado na década do 1960, no Rio de Janeiro, o grupo se tornou referência no gênero, tendo feito parceria com nomes como Jorge Ben Jor, Elis Regina (1945-1982) e Vinicius de Moraes (1913-1980).
Tido como um dos maiores grupos de samba da história, fez sucesso também excursionando fora do país. E foi durante uma dessas viagens que Mussum teve uma ideia que mudou a história do samba.
Ele, que dominava o reco-reco, também popularizado por ele, se admirou com o banjo, instrumento de braço longo e com cinco cordas, usado muito no folk. Ele, então, decidiu trazer o instrumento ao Brasil e repaginá-lo.
Com a ajuda do parceiro Almir Guineto (1946-2017), ele retirou uma das cordas, adaptando seu corpo ao do clássico cavaquinho.
Dessa maneira, a partir dos anos 1970, o banjo passou a incluído nas rodas de samba pelo país. O instrumento se tornou peça icônica nas mãos de nomes como Arlindo Cruz, integrante do Fundo de Quintal, e Thiaguinho, ex-Exaltasamba.
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