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Com ajuda de Lady Gaga, Universal fatura US$ 3,38 bi no 2º trimestre

Sabrina Carpenter e o grupo japonês INI também deram suas contribuições

Universal Music Group (Divulgação)

Reuters

A Universal Music Group (UMG) registrou receita de €2,98 bilhões (cerca de R$ 17,3 bilhões) no segundo trimestre de 2025, o equivalente a US$ 3,38 bilhões (R$ 17,9 bilhões). O resultado representa um crescimento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pelas áreas de música gravada e edição musical.

O principal destaque foi o desempenho do streaming por assinatura, que somou €1,197 bilhão (R$ 6,9 bilhões) no período, uma alta de 8,5% na comparação anual. O CEO da empresa, Sir Lucian Grainge, atribuiu o avanço à combinação entre criatividade artística e estratégia empresarial.

Entre os artistas que lideraram os resultados da gravadora estão Morgan Wallen, timelesz, Lady Gaga, Sabrina Carpenter e o grupo japonês INI. No mesmo período do ano anterior, a lista incluía nomes como Taylor Swift, Billie Eilish e SEVENTEEN.

A área de edição musical da Universal também teve crescimento expressivo: a receita atingiu €570 milhões (R$ 3,3 bilhões), com avanço de 14,5% no ano. Os ganhos com streaming e assinaturas digitais aumentaram 16,2%, chegando a €351 milhões (R$ 2 bilhões).

Já a receita com merchandising e outras frentes caiu 12,7%, ficando em €192 milhões (R$ 1,1 bilhão), reflexo de uma base de comparação elevada no ano anterior devido a fortes vendas diretas ao consumidor.

O EBITDA ajustado da UMG no trimestre foi de €676 milhões (R$ 3,9 bilhões), com margem de 22,7%. A empresa também declarou o pagamento de um dividendo intermediário de €440 milhões (R$ 2,5 bilhões), com distribuição prevista para 28 de outubro.