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Coachella 2026: oito veteranos para acompanhar

Festival na Califórnia mistura headliners pop e nomes consagrados

David Byrne

David Byrne (WENN/Reuters)

O Coachella 2026 chega aos dois fins de semana de 10 a 12 e 17 a 19 de abril com uma combinação mais variada do que a imagem recente do festival costuma sugerir. Sabrina Carpenter, Justin Bieber e Karol G ocupam o topo do cartaz, mas o desenho do line-up abre espaço para nomes de veteranos como David Byrne e Iggy Pop.

Coachella 2026 amplia recorte do line-up

Essa é a guinada mais visível da curadoria deste ano. Em vez de se apoiar só em nomes ultrapop do presente imediato, o festival distribui pelo cartaz artistas de fases, cenas e gerações diferentes.

No line-up, há atrações para todos os gostos: de veteranos do punk e do art rock a pilares do eletrônico, do indie e do K-pop. Veja a lista que a Billboard Brasil preparou:

BIGBANG

O BIGBANG aparece na escala oficial do festival e chega ao deserto no mesmo ano em que a YG confirmou uma turnê mundial de 20 anos. Tem tudo para ser retorno de alto impacto para um nome central na expansão global do K-pop.

David Byrne

David Byrne representa a ala mais claramente autoral e teatral da programação. O ex-Talking Heads volta ao circuito grande com a fase de “Who Is The Sky?”, álbum anunciado para 2025 e base de uma turnê mundial que seguiu por 2026, o que faz sua presença no Coachella soar menos como homenagem de catálogo e mais como continuidade de uma obra ainda em movimento.

Fatboy Slim

O DJ Fatboy Slim aparece como uma lembrança de que o Coachella ainda reserva espaço para figuras que ajudaram a moldar a cultura de pista dos anos 1990 e 2000. 

Iggy Pop

O vovô Iggy Pop segue como um dos nomes mais brutos deste recorte. Sua presença no festival não depende só de aura histórica: ela continua sustentada por uma intensa agenda aos 78 anos de idade. 

Interpol

O grupo Interpol chega ao festival como um veterano do indie que continua operando em regime de estrada. O grupo mantém “The Other Side of Make-Believe” como trabalho mais recente de estúdio, mas o que define sua fase atual é a agenda extensa de 2026, com datas nos Estados Unidos, América do Sul e Oceania.

Jack White

O ex-White Stripes Jack White nem estava no  cartaz inicial, mas entrou como adição-surpresa do fim de semana 1. A entrada coincide com o lançamento das faixas “Derecho Demonico” e “G.O.D. and the Broken Ribs”, suas primeiras músicas inéditas desde No Name, de 2024, o que dá ao set um peso de presente de última hora com material novo no pacote.

Moby

Outro nome da cena eletrônica, Moby aparece num ponto interessante da curadoria porque recoloca no festival um nome decisivo para a eletrônica de massa dos anos 1990 e 2000 sem depender só de repertório antigo. 

The Strokes

Liderados por Julian Casablanca os Strokes fecham a lista como um caso clássico de banda que já virou instituição de festival sem perder totalmente a capacidade de gerar novidade. O grupo chega ao evento embalado pelo lançamento do single “Going Shopping” e pelo anúncio de “Reality Awaits”, primeiro álbum em seis anos.