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Chappell Roan é drag queen?

Atração do Lollapalooza Brasil é conhecida por ser aliada da comunidade LGTBQIA+

Chappell Roan no Rock en Seine (Iwi Onodera/Billboard Brasil)

Chappell Roan no Rock en Seine (Iwi Onodera/Billboard Brasil)

Chappell Roan estreia no Brasil neste sábado (21), com um show inédito no Lollapalooza. A cantora, que ganhou notoriedade após o sucesso explosivo de seu primeiro álbum de estúdio, “ “The Rise and Fall of a Midwest Princess”, também chama a atenção pelo estilo extravagante que traz para os palcos.

A cantora, que é assumidamente parte da comunidade LGTQIA+, se inspirou em grandes ícones da música pop para compor sua carreira, como Cyndi Lauper e Lady Gaga. Ela também mergulhou fundo na cultura dragqueen para estabelecer sua identidade visual, e já até causou debates nas redes sociais se mulher pode, afinal, ser drag.

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Ela já deu algumas entrevistas sobre o assunto, e se provou uma grande aliada para a comunidade, já tendo protestado formalmente contra decisões de governos dos Estados Unidos contra pessoas trans, drags e representantes da sigla.

Inclusive, quando apresentações drags estavam sendo restringidas no Tennessee, assim como direitos pessoas trans sendo alvo de ataques —sob a justificativa de , ela falou para a “Teen Vogue”:

“Eu não tenho medo, porque a comunidade quer é forte, nós nos apoiamos e vamos superar o ódio. Nós sempre superamos. Eu vou continuar fazendo drag, nós vamos continuar. Isso não vai nos impedir”

Uma de suas músicas famosas, “Pink Pony Club” (que vai estar no setlist de seu show no Lollapalooza), Chappell também fala sobre como ela se sentiu acolhida ao ir para um show em boate gay em Los Angeles. Em conversa com a revista , ela disse que esse clube não é apenas uma ideia, mas um lugar que pode ser criado para proteger pessoas queer.

Desde que alcançou o sucesso, Chappell tem feito doações para ONG’s que apoiam causas sociais (no Brasil, ela escolheu a Casa1), falado abertamente sobre suas inspirações em ícones queers e em outras drags e apoiado um discurso contra o ódio à comunidade LGBTQIA+.