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Brasileiros no Coachella 2026: Sonza, Mochakk e mais

Jessica Brankka e Roddy Lima também se apresentam na Califórnia

Mochakk (Foto: @iosolini)

Mochakk (Foto: @iosolini)

Marcado para 10 a 12 e 17 a 19 de abril em Indio, na Califórnia, o Coachella 2026 volta a ter presença brasileira espalhada por mais de uma frente. O Brasil chega ao evento neste ano com pop, house e club music dividindo espaço no mesmo mapa. No line-up principal, a organização convidou Luísa Sonza, Mochakk e Jessica Brankka. Fora do cartaz central, mas ainda dentro da programação oficial expandida do festival, Roddy Lima aparece no Do LaB, estrutura paralela dedicada à música eletrônica

Não é um movimento recente: o Brasil hasteou sua bandeira no festival faz tempo. Cansei de Ser Sexy fez história em 2007. Anos depois, Emicida apareceu no cartaz de 2011; Anitta e Pabllo Vittar entraram na edição de 2022; e o line-up de 2025 trouxe Anitta de volta ao festival ao lado de Vintage Culture

Brasileiros no Coachella 2026: o que esperar

Dentro desse quadro, Luísa Sonza é o nome brasileiro em posição mais visível. A cantora anunciou “BRUTAL PARAÍSO” como seu quinto álbum de estúdio, lançado em 7 de abril, e amarrou a nova fase diretamente ao Coachella: a estreia do repertório foi programada para acontecer no festival.

No sábado, Sonza aparece às 17h10 no Gobi, um slot de fim de tarde que a coloca no line-up principal. A apresentação está no centro do momento mais ambicioso da sua carreira internacional até aqui

Jessica Brankka representa a ponta mais ligada ao clubbing nessa delegação brasileira. Ela toca às 13h45 de sexta no Yuma, palco historicamente associado à eletrônica de pista. 

Mochakk entra por outra porta, mas com peso semelhante no universo eletrônico. O DJ brasileiro está escalado para domingo, às 19h25, no Sahara, um dos palcos de maior tração do festival para nomes de dance music. Ele está em alta no circuito global: em maio vai ao CircoLoco Milano (Itália) e ao DC10, na Espanha.

Roddy Lima não aparece no cartaz principal do Coachella, e sim no Do LaB, no primeiro fim de semana. Ainda assim, sua inclusão não é pouca coisa. Entre os brasileiros envolvidos no ecossistema eletrônico do festival, ele é o que mais claramente chega em fase de aceleração.