Boiler Room é cancelado após boicote; veja detalhes
Evento aconteceria nesta sexta-feira (1º)

Kyan no Boiler Room em São Paulo em 2024 (Divulgação/Boiler Room)
O Boiler Room foi cancelado. O evento, que aconteceria nesta sexta-feira (1º), foi alvo de boicotes tanto do público quanto dos artistas confirmados na programação depois de polêmicas. Nomes como DJs Alírio, D. Silvestre, Thiago Martins e Delcu estavam confirmados.
Desde o final de 2024, a iniciativa de música eletrônica vem sendo boicotada por artistas que protestam contra a empresa de investimento, a Kohlberg Kravis Roberts & Co (também conhecida como KKR).
A companhia em questão é investidora da Boiler Room por meio da Superstruct Entertainment —e também de uma série de outras empresas que financiam, direta ou indiretamente, o sionismo e sentimento anti-palestina.
Adquirida em junho pela KKR, a Superstruct Entertainment é responsável por uma série de festivais internacionais, incluindo Sziget, Brunch Electronik, Flow, Awakenings e muitos outros.
Sobre o cancelamento do Boiler Room
A organização do e-mail Boiler Room justificou o cancelamento para “garantir a segurança dos frequentadores e dos manifestantes pacíficos”, segundo um comunicado enviado por email.
Comprada em janeiro pela por uma empresa do grupo KKR, a marca passou a sofrer boicote internacional e, mais recentemente, em solo brasileiro.
O comunicado também antecipa informações importantes para o público: “Os reembolsos dos ingressos serão processados de acordo com os termos do método de pagamento utilizados”.
+Leia mais: Entenda por que o Boiler Room virou alvo de boicotes pró-Palestina
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