Bad Bunny em SP: o encontro do maior astro global com a maior plateia do mundo
Cantor fez seu primeiro show da vida no país, e a emoção era nítida

Bad Bunny durante show em SP (Clayton Felizardo/Brazil News)
Bad Bunny é um dos maiores nomes da música global atualmente. O cantor porto-riquenho acaba de ser a atração principal do show do intervalo do Super Bowl, uma semana depois de vencer o prêmio principal do Grammy Awards. Nessa toada, ele passou por outro momento inédito: apresentar-se no Brasil diante de uma multidão ávida e cheia de vontade.
O cantor, que já foi até alvo de críticas de alguns brasileiros por “ignorar” o país em outras turnês, confessou que sempre sonhou em visitar o Brasil. No palco do Allianz Parque, na noite desta sexta-feira (20), ele disse que estava realizando um grande sonho — e essa emoção era nítida na forma como ele interagia com o público.
Ele deu início aos trabalhos pontualmente às 20h30, alguns minutos depois do show da banda porto-riquenha Chuwi, que fez o ato de abertura. Ele surgiu suspenso no meio do palco e foi recepcionado por um dos públicos mais elogiados do mundo: o brasileiro.
Logo no início, Bad Bunny não escondeu sua emoção. Ficou vários minutos parado, meio atônito diante da multidão que gritava “Benito”, seu nome de batismo, a plenos pulmões. Essa cena se repetiu diversas vezes, especialmente quando os fãs demonstraram seu carinho.
Em “Turista”, os fã-clubes do cantor organizaram uma ação para distribuir papéis com as cores da bandeira brasileira e iluminar o Allianz Parque. Emocionado, ele agradeceu o gesto antes de continuar a cantar.
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A cereja do bolo foi quando Bad Bunny foi para a tradicional “casita”, um palco secundário que simula as tradicionais casas de Porto Rico. Ali é o momento “perreo” do show, quando ele coloca as músicas mais dançantes de seu repertório para fazer a plateia explodir.
Para esse momento da casita, o cantor se vestiu totalmente de verde e amarelo e foi até o meio do povo para olhar de perto quem estava a anos aguardando sua vinda. Ali, ele disse que, a partir daquele momento, se tornava brasileiro, e o público se transformava em porto-riquenho.
Ele exaltou essa mistura entre dois povos com tantas similaridades, mas tantas diferenças (especialmente no idioma). Apesar dessa distância, naquele show nada importava. Foi uma fusão de Porto Rico com o Brasil: de um astro vivendo o seu auge com um público que sabe fazer barulho.
Uma grande festa, com direito a repeteco. Neste sábado (21), tem mais Bad Bunny no Allianz Parque.
Veja fotos do show de Bad Bunny em São Paulo





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