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Angine de Poitrine viraliza e conquista fãs como Mike Portnoy

Com som microtonal, duo inventou instrumento que cruza guitarra e contrabaixo

Angine de Poitrine (Reprodução)

Angine de Poitrine (Reprodução)

Duo canadense de rock experimental, o Angine de Poitrine saiu de um nicho específico para o radar global após uma apresentação em Rennes, na França, viralizar. Gravado em dezembro passado durante o festival Trans Musicales, o vídeo foi publicado há cerca de um mês e expôs o grupo a um público maior. O hype ganhou força quando o baterista Mike Portnoy, fundador do Dream Theater, declarou estar “viciado” no som da dupla.

O ponto central da proposta  do Angine de Poitrine está na microtonalidade. Em vez do sistema tradicional de 12 notas por oitava, o Angine trabalha com divisões ampliadas (como o sistema de 24 tons). 

Como o duo Angine de Poitrine usa a música microtonal?

Desta maneira, pode criar intervalos intermediários que causam tensão e dissonância. Para isso, o grupo desenvolveu um instrumento próprio: uma guitarra de dois braços, híbrida de guitarra e baixo, com trastes adicionais esculpidos manualmente. 

Formado no Canadá, o duo é composto por Khn de Poitrine e Klek de Poitrine, que atuam sob pseudônimos e mantêm suas identidades em sigilo. O projeto começou a ganhar forma por volta de 2019, após anos tocando juntos, e consolidou uma estética própria que combina música e performance.

Angine de Poitrine: estética visual e anonimato

O som do Angine de Poitrine mistura jazz, rock progressivo e math rock. Eles citam referências que passam por Miles Davis e John Scofield, mas canalizam essas inspirações em uma lógica muito própria.

Além do som, o Angine de Poitrine construiu uma identidade visual forte. A dupla se apresenta com figurinos de bolinhas em preto e branco e máscaras de papel machê, mantendo o anonimato como parte do conceito. 

Esse anonimato virou parte da narrativa recente. Um antigo vídeo passou a circular revelando a suposta identidade da dupla. O material gerou reação negativa de fãs, que defendem a manutenção do mistério como elemento central da proposta artística.

 

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