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Ane Lopes, da Claro, reflete sobre IA e o poder da música

Executiva aborda importância do olhar humano em meio a debates sobre IA

Scappini e Ane Lopes (Reprodução/YouTube)

Scappini e Ane Lopes (Reprodução/YouTube)

O podcast Cabos e Cases chamou para a conversa uma convidada que conhece bem o universo da comunicação e da tecnologia: Ane Lopes, diretora de Comunicação e Marca da Claro. Ela foi entrevistada por Scappini, co-founder e sócio da Billboard Brasil e Mynd. Em um bate-papo leve, divertido e recheado de reflexões profundas, os dois abordaram desde as promessas da inteligência artificial até a trajetória musical da operadora.

Entre as primeiras observações sobre o festival SXSW 2025, onde foi gravado o episódio, ao abordar o papel da IA no cotidiano, Ane trouxe à tona um ponto crucial: a relação entre produtividade e bem-estar. “O medo que eu tenho é a gente ganhar produtividade demais e acelerar ainda mais o nosso dia a dia. A gente já não tá fazendo nada tranquilamente”, disse, em tom bem-humorado. Ainda assim, ela vê avanços positivos: “O que eu achei interessante é justamente trazer o humano pro centro da história”.

Ela celebrou o uso da IA para liberar tempo e criatividade: “Hoje, um dos temas mais fortes que temos visto é a inteligência artificial e a criatividade humana trabalhando juntas. A IA está vindo para ajudar, não só para substituir”.

Ane também compartilhou como a tecnologia já começa a impactar diretamente o trabalho criativo e a comunicação das marcas. “Você vê os palestrantes mostrando como aplicar AI em indústrias regulamentadas, como a nossa de telecom ou a farmacêutica. Você insere os guias da marca e questões legais no briefing, e deixa a IA cuidar do operacional, pra que a gente possa focar na ideia”.

A música como narrativa e emoção

Quando o papo virou para a música — essencial para o posicionamento da Claro —, Ane foi categórica: “A música conecta, e conecta com a emoção”. Ela relembrou a trajetória da marca, desde 2016, marcada por campanhas icônicas e colaborações com artistas como Anitta e Jota Quest. “A gente sempre tentou contar histórias com a música. Não é sobre produtividade, é sobre o que te conecta, o que você gosta de fazer”.

Ela também celebrou a atuação da Claro durante a pandemia, quando a empresa abriu suas plataformas para lives musicais, sem fins comerciais. “A música faz parte do nosso dia a dia, da nossa emoção. Mesmo na sofrência, a gente quer música. Quando está alegre, também”.

Assista ao episódio completo: