Marina Lima celebra 70 anos com novo disco e rebate crítico: ‘Escroto’
"Ópera Grunkie" tem participações de Mano Brown, Fernanda Montenegro e mais

Marina Lima no Lollapalooza (Sidinei Lopes)
A cantora Marina Lima lançou, nesta terça-feira (24) o álbum “Ópera Grunkie”, ttrabalho que celebra seus 70 anos de vida e sua trajetória na música brasileira. O disco é dividido em três atos e explora temas íntimos, como o luto pela perda de seu irmão, o poeta Antonio Cicero.
+Leia mais – Como Antonio Cicero se conecta musicalmente com a irmã, Marina Lima

O projeto atualiza a visão de mundo da artista por meio de reflexões sensíveis sobre a existência. Um dos grandes destaques é a faixa “Collab Grunkie”, que reúne vozes distintas e potentes: a música conta com a participação de Mano Brown e um áudio de Fernanda Montenegro.
O álbum também promove um encontro entre diferentes gerações. Entre as colaborações estão Adriana Calcanhotto, Ana Frango Elétrico e Laura Diaz, integrante da banda Teto Preto.
Ouça “Ópera Grunkie”, de Marina Lima
Entenda a polêmica da critica da Folha de São Paulo e a reação de Marina Lima
O crítico João Perassolo, da Folha de S.Paulo, publicou uma análise sobre o disco “Ópera Grunkie”. Ele classificou o novo trabalho de Marina Lima como um amontoado de ideias confusas e como “o pior de sua carreira”.
A artista não silenciou diante das críticas e rebateu os comentários em suas redes sociais. Ela afirmou que o texto foi raso e demonstrou falta de sensibilidade com sua nova fase.
Estou chocada com a Crítica da Folha de SP sobre meu disco.
O cara achou tudo péssimo, não comentou de nenhuma música, disse q Olivia era uma vergonha… q o disco era o pior q eu já fiz. Realmente desanima ler coisas assim;(.
Não entendeu nada.
Q pena. Q escroto.— Marina Lima (@marinalimax) March 23, 2026
A cantora recebeu solidariedade nas redes sociais. Entre as mensagens de apoio está a publicação do cineasta Kleber Mendonça Filho, que concorreu ao Oscar de Melhor Filme com “O Agente Secreto”.
“Marina querida, você é Marina Lima, sua voz faz parte da vida no Brasil. Sua voz faz parte das nossas vidas, há 40 anos. Sua voz e sua pessoa têm História. Eu não li o texto, nem sei quem escreveu. Pode ter sido um AI Model, quem sabe? Na melhor das hipóteses, é só uma opinião. Um xêru. Kleber.”
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