Lollapalooza 2026: 6 nomes para conhecer além dos headliners
De Balu Brigada a Viagra Boys, lista reune apostas da curadoria

Cidade Dormitório (@juliabezerracruz @caiobcampos)
Desde seu surgimento em 1991, o festival Lollapalooza contribui para levar o rock alternativo e o underground ao mainstream. A edição brasileira do Lollapalooza 2026, que será realizada entre os dias 20 e 22 de março no Autódromo de Interlagos de São Paulo, manteve essa tradição e vai muito além dos headliners Sabrina Carpenter, Chapell Roan e Tyler, The Creator. A festa segue abrindo espaço para projetos de nichos específicos e também fortalecendo as cenas locais.
Diversidade de cenas no Lollapalooza Brasil 2026
Festivais funcionam tanto como espaços de celebração dos artistas estourados quanto como oportunidades de descobrir bandas e nomes ainda fora do radar dos fãs. Em line-ups extensos, parte da graça está nas letrinhas miudinhas que aparecem fora do topo do cartaz e que guardam segredos ainda não descobertos.
Na lista a seguir, a Billboard Brasil reúne seis atrações que não ocupam a linha principal do cartaz, mas que merecem atenção. De repente, a sua próxima banda favorita está entre elas.
Terraplana
O quarteto de Curitiba atua desde 2017 no circuito independente com uma combinação de shoegaze, slowcore e pós-rock cantado em português. A participação em festivais internacionais e o lançamento de “Natural” colocaram o grupo como um dos nomes mais visíveis da retomada do gênero no Brasil. A presença no Lollapalooza ocorre em fase de expansão de público e circulação fora do país.
Show: 20/03, às 13h40, no palco Samsung Galaxy.
Viagra Boys
Formado em Estocolmo em 2015, o grupo sueco trabalha dentro do pós-punk com forte presença de saxofone e letras que operam na chave da sátira social. A banda ganhou projeção internacional com “Street Worms” e ampliou alcance em festivais como Coachella e Glastonbury antes de chegar ao Lollapalooza Brasil. O lançamento do álbum “Viagr Aboys” em 2025 marca um momento de continuidade estética e consolidação de público fora da Europa.
Show: 20/03, às 15h50, no palco Samsung Galaxy.
Cidade Dormitório
Originária de Sergipe, a banda se posiciona dentro do indie rock brasileiro com letras voltadas para cotidiano urbano e arranjos que combinam guitarras diretas e estrutura pop. O grupo construiu trajetória em festivais regionais e ganhou alcance nacional com turnês recentes. No Lollapalooza, a presença amplia a representação de cenas fora do eixo Rio-São Paulo e reforça o papel do festival como espaço de circulação para projetos de médio porte.
Show: 21/03, às 14h45, no palco Flying Fish.
Foto em Grupo
Formado por integrantes do Anavitória, Lagun e Daparte, o Foto Em Grupo é um projeto brasileiro ligado à cena alternativa de São Paulo. No geral, a banda transita entre indie rock e estética lo-fi, com circulação em selos e casas de médio porte.
Show: 21/03, às 15h50, no palco Samsung Galaxy.
Papangu
Formada em João Pessoa em 2012, a banda mistura rock progressivo, jazz fusion e referências nordestinas como maracatu e forró. O grupo opera com formações longas e instrumentação variada, o que torna o show mais próximo de uma experiência de concerto do que de set tradicional de festival.
Show: 22/03, às 12h45, no palco Flying Fish.
Balu Brigada
Duo de Auckland formado pelos irmãos Henry e Pierre Beasley, o projeto parte do indie pop e incorpora elementos de R&B e hip hop. Após contrato com a Atlantic e circulação como banda de abertura em turnês internacionais, o grupo chega ao Lollapalooza em fase de expansão global e com repertório focado em singles e EPs recentes.
Show: 22/03, às 16h55, no palco Flying Fish.
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