‘Hey Jude’ era ‘Hey Jules’ e é um pesadelo para o homenageado Julian Lennon
Canção considerada uma das fofas ainda bate mal para Julian Lennon
Há mais de 50 anos, Paul McCartney compôs “Hey |Jude”, um verdadeiro hino de esperança inspirado na vida de John Lennon. Hoje a canção é uma das mais aclamadas dos Beatles. No entanto, a pessoa homenageada não tem bons sentimentos ao ouvi-la.
Conheça a história e “Hey Jude”
Próximo do término dos Beatles, Paul McCartney compôs “Hey Jude”, em 1968, para consolar Julian Lennon, filho de John Lennon, durante o divórcio dos pais. A melodia e a letra, inicialmente “Hey Jules”, foram criadas por Paul em uma viagem para visitar Julian, com o objetivo de confortar o menino. Com o tempo, a música ganhou o título “Hey Jude”.
O hit ficou no topo do Billboard Hot 100 de 1968 e foi nomeada ao Grammy de 1969 nas categorias: Disco do Ano, Música do Ano, e Melhor Canção Popular. A música ainda foi incluída no Hall da Fama do Grammy, conquistou o 8º lugar no ranking das 500 melhores músicas de todos os tempos da Rolling Stone
O que Julian Lennon acha de “Hey Jude”
Julian Lennon vai ser sempre questionado sobre “Hey Jude”. O clássico do cancioneiro dos Beatles foi feito especialmente para ele, quando da separação de seus pais, Cynthia Powell e John Lennon. Agora, o artista revelou como a canção “sempre será sombria para mim.”
“Era ‘Hey Jules’ no início, mas não caiu bem no ritmo. ‘Hey Jude’ foi uma interpretação melhor,” relembrou. “Paul escreveu para consolar mamãe e também para me consolar. É um sentimento lindo, sem dúvida, e estou muito grato – mas também fiquei louco por causa disso.”, disse o cantor, pintor e também fotógrafo.
Julian, aninda, comentou como a música estará sempre no sangue dele, graças ao pai, à banda e ao documentário “The Beatles: Get Back”: “o estranho com o público é que eles às vezes acham fofo citar ‘Hey Jude’ para mim, mas não acho que eles percebam que há muita dor por trás do que aconteceu. Cada vez que você cita isso, isso me lembra de minha mãe sendo separada de meu pai, do amor que foi perdido, do fato de que raramente vi meu pai novamente.”








