11Dezembro 2015

Os 15 discos que foram destaque em 2015

  • O Brasil fecha o ano com ótimos lançamentos. Teve artista das antigas retornando, revelações aparecendo e o rap dominando a cena, com ótimos trabalhos de Emicida e Black Alien. A redação da Billboard Brasil escolheu os 15 discos de 2015 que, se você ainda não ouviu, merecem a sua atenção.
  • Emicida – Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa - O disco é resultado de uma viagem de Emicida para África. O contato maior com suas origens resultou em um disco reflexivo, que bate pesado com crítica social mas também tem seus momentos poéticos. Afinal, a vida não é só feita de lutas.Divulgação
  • Tulipa Ruiz – Dancê. A cantora paulistana colocou os fãs para dançar com seu terceiro álbum. Um som mais encorpado (com o auxílio de metais) transformou o que era mais cru em um som moderno e que, ao mesmo tempo, faz referência aos anos 1970/1980. Daqueles discos para estabelecer uma carreira.Divulgação
  • Black Alien – Babylon by Gus Vol. 2 - No Princípio Era o Verbo. Dez anos se passaram depois do primeiro disco solo de Black Alien. Seu segundo disco, com produção de Alexandre Basa, mostra que Alien não perdeu a forma. Rimas precisas e voz marcante continuam sendo marca registrada do Mister Niterói.Divulgação
  • Boogarins - Manual, ou Guia Livre de Dissolução dos Sonhos. De vez em quando, o estado de Goiás nos dá sons diferentes do sertanejo. E esse foi longe! Com direito à lançamento e turnê na Europa e nos Estados Unidos, o novo trabalho do Boogarins teve “estreia mundial” com streaming no New York Times.Divulgação
  • BNegão & Seletores de Frequência – TransmutAção. Outro ex-integrante do Planet Hemp, BNegão continua com seu trabalho junto aos Seletores de Frequência. Atabaques se juntam aos beats e mostram a diversidade sonora do cantor e compositor, que brinca entre o dub, o rap e o funk.Divulgação
  • Instituto – Violar. O Instituto é um coletivo comandado por Rica Amabis e Tejo Damasceno, dois produtores consagrados dentro do rap nacional. E, como coletivo, não poderia deixar de convidar muita gente para seu novo disco: Criolo, Karol Conka, BNegão, Sombra... tem até uma inédita do Sabotage.Divulgação
  • Elza Soares – A Mulher do Fim do Mundo. Conhecida como exímia intérprete, Elza se juntou a nomes importantes da cena musical paulistana e lançou seu primeiro álbum com canções inéditas – aos 78 anos! O disco retrata o que é viver em São Paulo, com temas como feminismo, drogas e até crise hídrica.Divulgação
  • Cidadão Instigado – Fortaleza. O Cidadão Instigado tem seu ritmo próprio. Fortaleza saiu no começo do ano para download, mas só apareceu na versão física e no streaming no segundo semestre. O supergrupo formado por músicos bastante experimentados faz seu trabalho 100% independente.Divulgação
  • Gal Costa – Estratosférica. Imagine a responsabilidade de trabalhar com um nome consagrado e apresentar para a artista novos sons e compositores para um novo disco. Foi isso que os produtores Marcus Preto e Moreno Veloso fizeram. O resultado: um dos melhores discos do ano – a ganharam APCA por isso.Divulgação
  • Rodrigo Ogi – RÁ. Nome da nova safra do rap, Ogi lançou seu segundo trabalho neste ano. Para isso, ele criou uma ambientação: no disco, ele conversa com seu analista e fala sobre sonhos e personagens. As músicas se completam e o ouvinte tem algo muito próximo de uma ópera-rock. Só que é rap.Divulgação
  • Bruna Viola – Sem Fronteiras. Revelação na tão masculina cena do sertanejo, Bruna Viola causa mais surpresa com seu som: as misturas do chamado “sertanejo universitário” não existem aqui. A violeira faz um som mais próximo das origens do ritmo caipira.Divulgação
  • Maglore – III. Discos gravados depois de mudanças na formação de uma banda são importantes – especialmente para saberem se as mudanças foram positivas. Com III, o Maglore provou que, sim, deu tudo certo.Divulgação
  • Donatinho – Zambê. Donatinho lançou seu primeiro disco solo em 2015. Com ares eletrônicos, o disco tem participações que abrilhantaram o trabalho: Dona Onete, Akira Presidente e Totonho, entre outros, colocaram voz sobre uma mistura criativa de beats e ritmos regionais.Divulgação
  • Odair José - Dia 16. Odair sempre foi roqueiro, mais pelos temas tratados do que pelo som. Mas nesse disco, ele resolveu pesar a mão na distorção da guitarra e construiu riffs (especialmente o da música-título) de arrepiar muito fã de Black Sabbath.Divulgação
  • Dônica – Continuidade dos Parques. Na época do lançamento do disco, os integrantes da Dônica tinham entre 17 e 18 anos. Mas as referências, especialmente dos anos 1970, surpreenderam quem olhava os “moleques” e não esperava algo do tipo. A banda provou não ser apenas a “banda do filho do Caetano”.Divulgação
  • Votaram: Mauricio Amendola, Vanessa Caccianiga, Jessica Djehdian, Rodrigo Amaral da Rocha e Marcos Lauro
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